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Vai-m’à Banda 2021: estamos de volta às tascas!

O termo “tascas”, diz-vos alguma coisa? E se for um rally das tascas, em Guimarães, com música daquela mesmo boa à mistura? O nosso Vai-m’à Banda está de volta nos dias 27 e 28 de Agosto de 2021 e, nós, demos duas de treta com a Revolve para saber o que nos espera!

Olá! Obrigada por nos receberem. Como é que vocês estão?
Gratos pelo convite, e com um lugar na mesa. Bebem uma malga?

Bebemos até duas! De uma maneira muito simples e para quem não conhece: qual é o conceito do Vai m’à Banda?
Uma romaria de música e amigos pelas tascas mais emblemáticas de Guimarães.

A Revolve faz questão de nos brindar com projetos incríveis, durante todo o ano, mas qual é o sentimento que paira quando voltam a convidar-nos para eventos como este?
Obrigado! O VMB oferece-nos a oportunidade de recuar, deixando que a cidade se mostre através de espaços tão singulares e genuínos. O sentimento é de orgulho e entusiasmo por juntar dois elementos que nos dizem tanto, como a música e os petiscos.

Como é que está a ser esta adaptação à (nova) realidade?
Acreditamos que encontramos um bom compromisso de aproximação ao VMB que conhecemos, com as restrições em vigor. Os largos onde acontecem os concertos estão muito próximos das tascas, e haverá tempo para circular antes, entre, e depois dos concertos. Como bónus podemos ir a Penha de teleférico com a pulseira em ambos os dias.

Têm algum episódio engraçado (que possam partilhar connosco, vá) sobre a realização do Vai m’à Banda?
O Luís Severo, que tocou na primeira edição (2017), só quando regressou para a terceira (2019) é que percebeu que o nome não era um trocadilho com “vai-me à bunda”.

Têm algum artista/banda de sonho que gostavam de convidar a visitar Guimarães ou a atuar no festival?
Sonhos temos muitos, e felizmente vamos conseguindo que aceitem o convite!

O VMB tem sempre uma cidade de sonho no cartaz, e os artistas ficam muito felizes por participar num evento com tão boa energia.

E o que é que nos espera na edição deste ano e onde é que nos encontramos?
O Sambado em duo com Chinaskee, o próprio Chinaskee que regressa agora com banda para mostrar o novo disco Bochechas, a Maria Reis a solo com o disco produzido pelo Panda Bear, e por último, a estreia absoluta de Fumo Ninja, novíssimo quarteto de Norberto Lobo, Leonor Arnaut, Raquel Pimpão, e Ricardo Martins.

Para finalizar e porque de certeza que tem muito sentimento envolvido: que amor é este?
Um amor verde tinto!

Entrevista com Revolve a propósito da nova edição do festival vimaranense “Vai-m’à Banda”
Texto e Edição: Teresa Montez
@queamoreeste 2021
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